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Catarina Leitão

Agora

O Mote do Mundo é a Floresta

Museu Nacional Soares dos Reis, Porto · 17 de outubro de 2026 a 31 de janeiro de 2027

Tiras e tubos de plástico e tecido em verde, vermelho, azul e amarelo, suspensos sobre um fundo de relva sintética verde-escura.

O Mote do Mundo é a Floresta toma o título emprestado a Ursula K. Le Guin para pensar a natureza não como algo exterior à cultura, mas como construção material e imaginária. Desenvolvida especificamente para este espaço, a instalação nasce de uma investigação no acervo do Museu Nacional Soares dos Reis e coloca em relação objetos históricos e obras minhas. Entre cerâmica, têxtil, pedra, tinta e matéria vegetal, representação e fabricação aproximam-se: a floresta torna-se uma figura daquilo que cresce, se transforma e atravessa categorias.

Patente
Até 31 de janeiro de 2027
Horário
Terça a domingo, 10h–18h. Entrada livre para residentes em Portugal
Contexto
Residência artística no âmbito de Cruzamentos Artísticos, tema da programação do museu em 2026

museusoaresdosreis.gov.pt

TERRITORY: Fronteiras na Arte Pública

Armazém das Artes, Alcobaça · 16 de outubro de 2026 a março de 2028

Cartaz da exposição TERRITORY: hastes finas de metal escuro, como ramos, erguidas junto a uma parede branca.

TERRITORY reúne dez artistas que vivem e trabalham em Portugal em torno de uma noção alargada de arte pública: além do mural, a pintura, a escultura, a instalação, a luz, a linguagem, a tecnologia e a intervenção site-specific como formas de transformar os espaços que partilhamos. A exposição abre um programa de dezoito meses nos espaços do Armazém das Artes, em Alcobaça, que se prolonga até março de 2028.

Com Akacorleone, Bisco Smith, Catarina Leitão, Mando Marie, Mots, Padure, Ricardo Romero, Rudolfo Quintas, The Lost Objet e Wasted Rita.

armazemdasartes.com

Antes

White Box #1: Intervalos

Museu do Caramulo · encerrou a 18 de outubro

Escultura numa sala do museu: estrutura vertical verde com tiras e tubos de plástico coloridos, sobre um tapete de relva sintética.
Vista da exposição White Box #1: Intervalos, Museu do Caramulo.

Com curadoria de José Maçãs de Carvalho, a exposição reuniu trabalhos meus e de Daniela Krtsch, Fabrizio Matos e João Fonte Santa, criados em residência na Serra do Caramulo a partir das coleções do museu.

museudocaramulo.pt

ECO·NOMIA: As Regras da Casa

Centro Cultural de Cascais, Fundação D. Luís I · encerrou a 27 de setembro

Vista da exposição: esculturas de tubo colorido sobre relva sintética e uma série de desenhos emoldurados na parede.
Vista da exposição ECO·NOMIA: As Regras da Casa. Fotografia: Júlia Lomba.

Ao longo de quatro meses, desenhos da série Morfometrias, esculturas Naturfatura, três impressões de grande formato e o Dendrograma, numa nova configuração, partilharam o piso 0 da Fundação D. Luís I numa lógica de consociação: formas e matérias distintas a coabitar a mesma casa.

Capa do catálogo ECO·NOMIA: As Regras da Casa, com tubos coloridos enlaçados sobre relva sintética verde.

O catálogo digital, com textos de Salvato Teles de Menezes e Inês Ferreira-Norman e o registo fotográfico das obras, pode ser consultado aqui. As imagens da exposição estão na página do projeto.

Deixo um agradecimento à equipa da Fundação D. Luís I e a todos os que visitaram a exposição.